Dói, dói e não é pouco...
Reler as conversas salvas, os e-mails, os chats, e ver que aqueles problemas são os mesmo de hoje.
Você lê e reler que as viagens foram daquela forma não por sua culpa, mas porque ele não cedeu, não te procurou, não te quis e te ignorou a viagem inteira.
Dói, dói e não é pouco...
Fico pensando se ainda teria chances para enfim sermos felizes, mas nada mudou, e quando muda é só por alguns dias no máximo umas semanas.
Os planos, sonhos e os enganos desse tempo juntos, dá um aperto no peito por saber que não seremos mais nós, que agora é cada um por si e cada um por aí com novos amores.
Dói, dói e não é pouco...
Me apego na esperança que vai melhorar uma hora ou outra. Ou terei que te esquecer, ou te procurar, ou me conformar em ser sozinha. Essa solidão una é a mais difícil, por saber que sou tão chata, perfeccionista, intensa, implicante que se fosse pra colocar no papel todos os defeitos ia passar dias escrevendo.
Dói, dói e não é pouco...
E os nossos planos? os nossos sonhos?
Tudo ficou tão vazio sem você.
A danada da tristeza veio de mala e cuia pro meu peito, que de tanto que apertou já não o sinto dentro de mim.
Dói, dói, dói, mas permanecer na dor é uma escolha só nossa. Nos acostumamos com a dor, pq ela é mais cômoda?
ResponderExcluirTodas as dores são igualmente terríveis, ficar com a dor dói e deixa-lá também dói.
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